Em 1990 iniciamos campanhas para a implementação de brinquedotecas em bibliotecas, praças, hospitais, ong’s, escolas, centros comunitários e lança-se projeto pioneiro que irá multiplicar-se por todo o país como uma opção de garantia do direito de brincar. Parceria com a Fundação Abrinq.
Em 1991 iniciamos uma campanha para o resgate de brincadeiras tradicionais junto a professores e famílias, a partir de pesquisa destas brincadeiras, cursos, oficinas, formação.
Em 1993 desenvolvemos a pesquisa 'Atenção, crianças brincando'.
Em 1995 implementamos as primeiras brinquedotecas terapêuticas em hospitais pediátricos para oferecer espaços de cura através do lúdico, proposta que virará lei em todos os hospitais e irá disseminar-se ao longo do tempo. Parceria com o Instituto Ayrton Senna.
Em 1995 abrimos a Escola Oficina Lúdica, espaço de formação não formal com cursos, oficinas, conferências para disseminar a importância do lúdico na vida de crianças, jovens e adultos.
Desenvolvemos eventos, cursos, oficinas e workshops em parceria com várias instituições no decorrer dos anos, voltados à formação de educadores lúdicos.
Em 2001 fundamos a Aliança pela Infância. Parceria com Palas Athena, Movimento do Brincar, Movimento Waldorf.
Em 2003 lançamos os Cadernos do Nepsid e atualizamos toda a bibliografia de publicações na área do brincar.
Em 2005 desenvolvemos o projeto Cores da Paz pelas Crianças do Brasil. Parceria com Unesco, Unicef, Secretarias de SP, Fundação Orsa.
Em 2007 o jornal Folha de São Paulo, através do seu semanário voltado às crianças, Folhinha, idealizou um concurso voltado para crianças entre 6 e 12 anos. Dos 6.000 depoimentos recebidos do país todo, nos quais crianças escreveram e desenharam sobre o tema “Ser criança hoje é...” e a partir destes materiais foi criada uma equipe de pesquisa dentro da Aliança pela Infância, que selecionou, leu e analisou, por volta de 600 documentos que espelham o que as crianças estão vivendo, sentindo e pensando atualmente.
Em 2007 foi criado o curso de Pós Graduação em Educação Lúdica no Ise Vera Cruz. Parceria com a Uno & Verso.
Em 2009 nova parceria com o jornal Folha de São Paulo, resultou no Mapa do Brincar http://blogdafolhinha.folha.blog.uol.com.br/mapadobrincar, do qual participaram crianças entre seis e doze anos, habitantes de diversas regiões do Brasil, dentro da perspectiva do projeto , do qual também fomos consultores. Esta iniciativa do jornal Folhinha de São Paulo teve, como objetivo, mapear as brincadeiras das crianças de hoje.
No decorrer de 2009 e 2010 foram ministrados dois cursos de Antropologia da Infância por Adriana Friedmann no Ise Vera Cruz, para sensibilizar à respeito da importância de desenvolver pesquisas com crianças.
Em 2010 foram desenvolvidas pesquisas encomendadas pela Fundação Bernard Van Leer http://www.bernardvanleer.org/ (Holanda), para identificar situações de vida de crianças moradoras de cortiços na cidade de São Paulo e de comunidades indígenas do Amazonas. Parceria com a PUCSP e Secretaria Assistência Social SP.
Em 2011 é criado o blog do Nepsid www.nepsid.blogspot.com e renova-se o site.
Secretaria de Educação
de Santo André
Abril e Natura
Secretaria de
Cultura de Barueri
ATENÇÃO CRIANÇAS BRINCANDO
- Adriana Friedmann
- Cyrce J. de Andrade
- Maria Cecília Aflalo
- Raquel Zumbano Altman
BRINCADEIRAS REGIONAIS
CORES DA PAZ
- Daisuke Onuki
- Giovana Barbosa
- Susana Soares
- Ute Craemer
MAPA DO BRINCAR
- Eduardo Fanis
- Lindalva Souza
- Luciana Portela
- Renata Meirelles
- Vando Queiroz
- Viviane Noguchi
CRIANÇAS EM CORTIÇOS
- Edison Luiz B. de Souza
- Roselene Crepaldi
COM A PALAVRA AS CRIANÇAS
- Ana Claudia Leite
- Celia Laloni
- Kika Antunes
- Lúcia Medeiros
- Mônica Toutin
CRIANÇAS EM COMUNIDADES INDÍGENAS
- Amanda Fraga
- Lúcia Helena Rangel
PROJETOS
* IMPLEMENTAÇÃO DE BRINQUEDOTECAS
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O projeto
O objetivo do projeto REDE DE BRINCADEIRAS REGIONAIS DO BRASIL é o de formar uma rede de intercâmbio entre diferentes instituições e/ou pessoas físicas do pais, que valorizem e resgatem as brincadeiras das suas regiões, consideradas como um patrimônio da cultura local.
Existem já vários documentos de autores nacionais e estrangeiros (vide Banco de Referências no link do projeto ao lado) sobre o tema em questão.
Acreditamos que este patrimônio de brincadeiras pode ser enriquecido e divulgado de forma mais ágil, fazendo uso da rede, assim como incrementando a troca, o estudo e a pesquisa de brincadeiras e informações entre as diferentes regiões do país.
Na década de 70 começou a ser desenvolvido um projeto internacional com o intuito de resgatar os Jogos Tradicionais do mundo. Este projeto foi uma iniciativa da Universidade de Belgrado, Iugoslávia e da OMEP (Organização Mundial de Educação Pré-escolar) mundial. Porém, não foi para a frente enquanto projeto internacional.
No Brasil o projeto começou em 1990 a partir da coletânea realizada e registrada com a publicação do livro "A arte de brincar" de Adriana Friedmann (Ed. Scritta), resgatando brincadeiras tradicionais na cidade de São Paulo. Em 1993 foi desenvolvida no Labrimp (Laboratório de Brinquedos e Materiais Pedagógicos) da Faculdade de Educação da USP, uma pesquisa que registra mais de 1000 brincadeiras nas regiões Centro Oeste, Sul e Norte do país. Em 1999, com o incentivo do resgate e da valorização do brincar nas instituições de Educação Infantil, promovido pelo MEC através dos novos Parâmetros Curriculares, alguns pólos em diferentes regiões do país, têm refletido a esse respeito e feito levantamentos de brincadeiras regionais.
Neste espaco estaremos acolhendo falas, desenhos, fotos, videos de autoria das criancas que participam das nossas pesquisas.